Que progredi sem o saber
Porque quer.
Porque chora.
Porque a consolação
Nunca o perdoa.
…
Penumbra do pensamento
Que na sombra esconde
A visão do gélido ar
Que o bafo aquece,
Na incerteza
De fingir “morrer”.
…
“Morre” para esquecer
Que sempre viverá
Na eterna alvorada
Da existência do ser.
Sinto o cheiro,
O calor,
O sabor,
Sinto, o tocar
E algo mais.
Sinto…
O que não vejo
E também sinto
O que não ouço.
…
Se assim é eu também
Sinto a dor
A alegria
O amor…
De que sentido
Vem estas sensações?!
Será a nossa alma,
O sexto sentido?!
É este o ser insaciável,
A alma.
O sentido que dispara
Em todas as direcções.
…
E corre … corre … corre,
Mas não se cansa.
Não sabe o que é o tempo
Para saber parar
Não sabe que é a vida
Para saber “morrer”.
…
Sensação do sexto sentido
E mãe de todos os gestos:
Chorar, beijar,
Abraçar, esbofetear…
Conduzidos por sons
Perseguidos por ilusões
Capturadas por cheiros
Beliscados por sabores.
No sentir por sentir
Que quer sentir e não pensar!
estigmA








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Olino WebSite //
Brigado pelo add!
Estes são bonecos são mm comicos!! lool
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Listen To Ourselves Play The Music
No One Seems To Listen
This Is Completely Different
We Lived In Another World
Where We Were Never Invisible
(Sigur Rós - Ágætis Byrjun)
estava numa varanda, no cima das escadas. obrigado pelos comentários, fico feliz por saber que gostaste das fotos.
beijo.
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fábioteixeiraphotographya
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fábioteixeiraphotographya
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>-----> Quid sum miser tunc dicturus? <-----<
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